Novas Regras do Programa Minha Casa Minha Vida

Responsável por oferecer a moradia digna para milhares de cidadãos brasileiros, novas regras do programa Minha Casa Minha Vida passaram a ser adotadas.

duas casas com tijolo à mostra novas regras do minha casa minha vida
As novas regras do programa Minha Casa Minha Vida permitem ao Governo atender mais pessoas

Com mais de um milhão de casas (urbanas e rurais) entregues desde a sua criação, o programa se tornou alternativa para muitas pessoas.

O aumentou o número de buscas relacionadas ao programa, no entanto, começou a se tornar mais difícil para as famílias.

Por conta disso, o Governo Federal estabeleceu, em 2017, novas regras do programa Minha Casa Minha Vida, com a intenção de deixá-lo mais acessível e assim contemplar mais pessoas.

As novas regras estão relacionadas às faixas para renda familiar e muitos outros pré-requisitos.

Veja abaixo as novas regras do programa Minha Casa Minha Vida

Como falamos acima, em 2017 as regras do programa Minha Casa, Minha Vida passaram por mudanças com o intuito de ampliar o atendimento dos cidadãos, tornando o acesso à casa própria mais simples.

Com isso, surgiram novos requisitos, enquanto algumas regras sofreram redefinições, seja no reajuste de faixas de renda ou no limite de financiamento.

Além disso, a mudança também permitiu aumentar a meta do Governo Federal, que no começo do ano determinou a entrega de 610 unidades do Minha Casa, Minha Vida.

Para entender melhor as mudanças, selecionamos as principais para facilitar a sua busca por uma entidade organizadora e solicite mais informações.

  • Mudanças nas Faixas de Renda para Habitação Urbana:

Sem dúvidas, uma das mudanças mais relevantes é o limite de renda permitido para participar do programa.

Se no passado, a primeira faixa de classificação de renda exigia valores de até R$ 2.350, agora o limite será de R$ 2.600, seguindo de R$ 4.000 para a segunda faixa e por fim, até R$ 9.000 para a terceira faixa.

  • Aumento dos limites de uso do FGTS para comprar unidades:

Outra mudança seria o aumento do limite para o uso do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) na compra de unidades deste programa.

Para o Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro o valor agora é de R$ 240 mil e, para Capitais do Norte e Nordeste, R$ 180 mil.

  • Aumento das Metas de Habitações a serem custeadas:

Em 2017 o Governo Federal aumentou a sua meta relacionada às habitações a qual serão custeadas pelo programa.

O aumento ocorreu por faixas, assim, para a faixa 1 a meta é 170 mil unidades, para a 2 é de 40 mil e para a 2 e 3 é de 400 mil.

Com isso, a meta total do programa será de 610 mil unidades habitacionais.

  • Mudanças no grupo de cidadãos que têm prioridade ao programa:

O programa também mudou o grupo de cidadãos que são prioridade. Assim, famílias com crianças diagnosticadas com microcefalia ganham prioridade máxima.

Além disso, famílias que moram em áreas de riscos, situações insalubres ou desabrigadas, mulheres chefes de família e pessoas com deficiência também se entram para o grupo prioritário.

  • Aumento nos investimentos feitos sobre o programa:

Além do que fora citado acima como as novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida é preciso falar sobre o aumento de investimentos.

Em 2017 o programa investiu cerca de R$ 2,1 bilhões, que foram divididos entre as 122 propostas selecionadas e os 77 municípios que participam do programa.

Para conhecer as outras novas regras busque por uma entendida organizadora.

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